Política

Tereza Cristina mantém expectativa de ser vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro

03 de Agosto de 2026 às 18:04

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) pretende ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), apesar da neutralidade do Partido Progressistas. A definição das candidaturas ocorre até 5 de agosto e depende de decisão de Ciro Nogueira

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) mantém a expectativa de integrar a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) como vice-presidente, apesar da recente decisão do Partido Progressistas de adotar a neutralidade no pleito. A parlamentar afirmou que o cenário permanece aberto até o prazo final para a definição das candidaturas, estabelecido para o dia 5 de agosto.

Articulações partidárias e neutralidade do PP

A possibilidade de composição foi impactada por um comunicado do PP, emitido na última sexta-feira (31), informando que, após consulta aos diretórios estaduais, a legenda optou por não convocar convenção nacional para declarar apoio a qualquer candidato à Presidência.

Líder do partido no Senado, Tereza Cristina reiterou que disponibilizou seu nome para a chapa do PL, mas ressaltou que a viabilidade da candidatura depende exclusivamente da direção nacional da sigla. A senadora mencionou que há manifestações de executivas do partido favoráveis a uma aliança com o PL, porém destacou que qualquer alteração de rota deve ser decidida pelo presidente Ciro Nogueira.

Candidatura do PL e composição da chapa

O senador Flávio Bolsonaro teve sua candidatura à Presidência oficializada pelo PL em 25 de julho. Durante a convenção, o candidato defendeu o endurecimento da legislação penal, criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de comprometer-se a dar continuidade ao legado de Jair Bolsonaro.

Embora Flávio Bolsonaro ainda não tenha anunciado oficialmente o nome do vice, ele declarou que Tereza Cristina aceitou o convite e manifestou a intenção de ter uma mulher na chapa. Caso as alianças externas não sejam concretizadas, o PL considera a possibilidade de lançar uma chapa composta apenas por membros da própria legenda.

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