Saúde

Foliantes devem ter cuidado ao usar cartão em ambientes inseguros durante Carnaval

13 de Fevereiro de 2026 às 12:01

Foliantes devem estar atentos ao uso do cartão em ambientes inseguros durante as festividades. Segundo especialistas, cuidado deve ser tomado também com a utilização de maquininhas adulteradas ou cobrança duplicada e com o PIX, por meio da confirmação constante dos valores exibidos na tela das máquinas. A compra de ingressos falsos é outro risco que os foliantes devem evitar

Carnaval: como evitar golpes e fraudes em meio à folia

O período do carnaval é uma época propícia para os criminosos se aproveitarem da afluência de pessoas em locais movimentados, como blocos de rua e festas. No entanto, com algumas medidas de prevenção, é possível evitar golpes e fraudes que podem transformar o carnaval numa dor de cabeça.

Segundo Felipe Paniago, um dos fundadores da plataforma Reclame Aqui, os foliões devem estar atentos ao uso do cartão em ambientes inseguros. "Cuidado com a passagem do cartão para pagamentos em maquininhas em lugares suspeitos", alerta Paniago.

Além disso, é fundamental guardar bem o dinheiro em espécie e ter cuidado com o uso do celular. "São dicas básicas, mas que evitam prejuízos e incômodos", afirma Paniago.

No entanto, os golpes não se limitam apenas ao cartão de crédito. Há também a possibilidade de roubo de dados com o uso de maquininhas adulteradas ou cobrança duplicada com falsa alegação de erro na transação.

Um dos principais riscos é o golpe da maquininha, que pode ser facilmente identificado por sua aparência suspeita. Além disso, há também os golpes envolvendo o PIX, como a utilização de QR Codes falsos ou transferências sem garantia.

Para reduzir esses riscos, é fundamental adotar cuidados específicos ao utilizar o PIX. Isso inclui ativar senha, biometria ou reconhecimento facial para cada transação e conferir sempre o valor exibido na tela da maquininha antes de confirmar o pagamento.

Os foliões devem estar também atentos à venda de ingressos falsos ou abadás inexistentes. Além disso, é fundamental adquirir entradas apenas por plataformas oficiais ou canais reconhecidos e desconfiar de pedidos de pagamento exclusivamente via PIX ou transferências sem garantia.

A experiência negativa vivida pela jornalista Alice Gomes serve como exemplo da importância desses cuidados. Ela pagou R$ 3 mil por um camorote no Sambódromo do Rio, apenas para descobrir que era tudo mentira.

Com essas medidas de prevenção e atenção aos riscos virtuais, é possível aproveitar o carnaval sem preocupações com golpes e fraudes.

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