Tecnologia

NSA alerta sobre vulnerabilidades no PHP que permitem a execução remota de códigos em servidores

21 de Outubro de 2026 às 15:09 2 min de leitura

A NSA alertou sobre duas vulnerabilidades no PHP que permitem a execução remota de códigos e o acesso a dados sensíveis. A agência recomenda a atualização imediata dos sistemas ou a desconexão de servidores. Governos dos Países Baixos, Alemanha e Japão adotaram medidas preventivas

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NSA alerta sobre vulnerabilidades no PHP que permitem a execução remota de códigos em servidores
Europa Press/Eduardo Parra

A Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) emitiu um alerta crítico nesta quarta-feira sobre a existência de duas vulnerabilidades na linguagem de programação PHP. Devido à ampla utilização dessa tecnologia em sites globalmente, a agência destacou o risco iminente para a integridade de servidores afetados.

As falhas permitem que invasores executem códigos remotamente sem a necessidade de autenticação prévia. Em cenários específicos, a brecha possibilita a leitura de dados sensíveis armazenados na memória dos servidores, criando um caminho direto para o acesso ao banco de dados ou ao sistema de arquivos.

Medidas de mitigação e resposta global

A recomendação da NSA é que todas as organizações que operam com PHP instalem as atualizações de correção imediatamente. Para sistemas onde a atualização instantânea não seja possível, a orientação é a desconexão temporária dos servidores para evitar ataques.

Essa movimentação gerou reações preventivas em diversos países:

  • Países Baixos: O governo retirou do ar diversos sites oficiais temporariamente.
  • Alemanha: A Agência Federal de Segurança em Tecnologias da Informação (BSI) classificou as vulnerabilidades como uma ameaça para aplicações web em escala mundial.
  • Japão: Operadores de sites foram instruídos a verificar o uso da linguagem e agilizar a instalação dos patches de segurança.

O alerta norte-americano converge com orientações emitidas pelo Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido e pela equipe de resposta a incidentes informáticos da União Europeia (CERT-EU), que reforçam a necessidade de identificação imediata de sistemas vulneráveis para a aplicação das correções.

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