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Preços dos produtos de memória devem voltar ao normal apenas no segundo semestre de 2027

12 de Março de 2026 às 18:24

Preços dos produtos de memória continuam a subir e não há sinais claros de diminuição da escassez nos próximos meses. A análise da Counterpoint Research prevê que os preços voltem ao normal apenas no segundo semestre de 2027 ou mais tarde, o que pode se tornar agressivo com o avanço das arquiteturas de IA. As empresas precisam planejar estratégias para lidar com essa situação e evitar impactos financeiros negativos da escassez

Preços dos produtos de memória devem voltar ao normal apenas no segundo semestre de 2027
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A escassez de memória não mostra sinais claros de diminuição nos próximos meses. De acordo com uma análise da Counterpoint Research, a perspectiva é que os preços voltem ao normal somente no segundo semestre de 2027 ou até mesmo mais tarde.

Essa expectativa se deve à constante elevação dos preços dos produtos de memória, que já ultrapassaram o aumento de 180%. A demanda por esses componentes não diminuiu e é alimentada principalmente pelas grandes empresas. Elas buscam não apenas os modelos mais modernos, mas também as versões legadas como módulos DDR4.

A Counterpoint destaca que a principal responsável pela escassez de memória são as necessidades dos fabricantes de ASIC, GPU e do setor de consumo em geral. No entanto, desde o segundo semestre passado, é justamente os fornecedores para essas empresas que estão atendendo à demanda por DRAM com maior volume e margens mais altos.

A situação parece se agravar cada vez mais à medida que avançamos na próxima geração de arquiteturas de IA. Os elementos de memória, nesse contexto, são fundamentais para o funcionamento dessas tecnologias em desenvolvimento. Com isso, as restrições de oferta e os preços elevados se tornarão cada vez mais agressivos.

A única maneira que a Counterpoint Research vê como é possível ter uma ideia da diminuição dessa escassez é analisando o ritmo com que a demanda está evoluindo ao longo do tempo. E, até agora, não há sinais de mudança nesse cenário.

As empresas têm começado a planejar estratégias para lidar com essa situação e evitar os impactos financeiros negativos da escassez. Além disso, alguns fornecedores já estão aumentando sua produção em resposta à alta demanda por esses componentes-chave nos sistemas de processamento.

A perspectiva é que a falta de memória dure vários trimestres e se torne cada vez mais agressiva com o avanço das arquiteturas de IA. Com isso, as empresas precisam planejar estratégias para lidar com essa situação e evitar os impactos financeiros negativos da escassez.

As principais frentes que alimentaram a demanda por memória são grandes empresas como fabricantes de ASIC, GPU e o segmento de consumo. No entanto, desde o segundo semestre do ano passado, é justamente as necessidades dos fornecedores para essas empresas que estão atendendo à demanda por DRAM com maior volume e margens mais altos.

A situação parece se agravar cada vez mais à medida que avançamos na próxima geração de arquiteturas de IA. Com isso, é importante considerar as restrições de oferta e os preços elevados para planejar estratégias eficazes em resposta às necessidades dos sistemas de processamento.

A única maneira que a Counterpoint Research vê como é possível ter uma ideia da diminuição dessa escassez é analisando o ritmo com que a demanda está evoluindo ao longo do tempo. E, até agora, não há sinais de mudança nesse cenário.

Além disso, as restrições de oferta se tornarão cada vez mais agressivas à medida que avançamos para a próxima geração de arquiteturas de IA. Com isso, é importante considerar essas informações ao planejar estratégias eficazes em resposta às necessidades dos sistemas de processamento.

As empresas precisam estar preparadas para lidar com essa situação e evitar os impactos financeiros negativos da escassez. Além disso, alguns fornecedores já estão aumentando sua produção em resposta à alta demanda por esses componentes-chave nos sistemas de processamento.

A pers.

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