Programa Hackers do Bem lança iniciativa para formar 25 mil profissionais em segurança digital até 2026
O Brasil enfrenta uma escassez grave de profissionais em segurança digital, com 4.8 milhões faltantes mundialmente, segundo estudos da ISC². Para combater isso, o programa Hackers do Bem lança iniciativa para formar 25 mil novos talentos até 2026 e preencher as necessidades dos setores público e privado. O curso é estruturado em níveis fundamentais e especiais com aulas ao vivo e atividades práticas, sem pré-requisitos ou experiência prévia na área
Crescimento de Golpes Digitais Impulsiona Expansão de Vagas em Cibersegurança no Brasil
Em meio ao cenário alarmante de golpes digitais e ataques cibernéticos, o programa Hackers do Bem lança uma iniciativa inovadora para abordar a escassez global de profissionais especializados em segurança digital. Com o objetivo de formar 25 mil novos talentos até 2026, o projeto busca preencher as necessidades urgentes dos setores público e privado.
Segundo estudos da organização internacional ISC², a falta mundial de especialistas em cibersegurança supera os 4,8 milhões. No Brasil, essa carência pressiona empresas e órgãos públicos a investir na formação técnica para proteger dados e infraestruturas digitais.
O diretor da Escola Superior de Redes (ESR), Leandro Guimarães, destaca que o programa não apenas atende ao mercado como busca consolidar a cibersegurança como política pública permanente. "Mais do que formar profissionais para proteger sistemas críticos e fortalecer a soberania tecnológica do país", afirma.
Com um público diversificado, incluindo jovens estudantes e profissionais experientes, o Hackers do Bem oferece uma oportunidade de recomeço. Patrícia Monfardini, servidora pública em Contagem (MG), aos 52 anos decidiu mudar de área após completar a especialização em Red Team.
"Não sabia nada sobre TI, mas com muita persistência cheguei à especialização", relata. Hoje ela conclui o curso e iniciou um novo desafio: Engenharia de Software.
A formação é estruturada em níveis fundamentais e especiais, incluindo aulas ao vivo e atividades práticas em laboratório. A etapa final é uma residência tecnológica, com atuação prática nos escritórios regionais da RNP e bolsa mensal durante seis meses.
A expansão de vagas no programa visa não apenas preencher as necessidades do mercado como também fortalecer toda a sociedade contra os ataques cibernéticos. "Muitas pessoas ignoram o quanto é necessário proteger nossas informações", afirma Guimarães.
Para participar, basta acessar o site oficial do programa: https://hackersdobem.org.br/. Não há pré-requisitos para inscrição e a formação não requer experiência prévia na área de cibersegurança.
Em meio ao cenário alarmante de golpes digitais e ataques cibernéticos, o programa Hackers do Bem lança uma iniciativa inovadora para abordar a escassez global de profissionais especializados em segurança digital. Com o objetivo de formar 25 mil novos talentos até 2026, o projeto busca preencher as necessidades urgentes dos setores público e privado.
Segundo estudos da organização internacional ISC², a falta mundial de especialistas em cibersegurança supera os 4,8 milhões. No Brasil, essa carência pressiona empresas e órgãos públicos a investir na formação técnica para proteger dados e infraestruturas digitais.
O diretor da Escola Superior de Redes (ESR), Leandro Guimarães, destaca que o programa não apenas atende ao mercado como busca consolidar a cibersegurança como política pública permanente. "Mais do que formar profissionais para proteger sistemas críticos e fortalecer a soberania tecnológica do país", afirma.
Com um público diversificado, incluindo jovens estudantes e profissionais experientes, o Hackers do Bem oferece uma oportunidade de recomeço. Patrícia Monfardini, servidora pública em Contagem (MG), aos 52 anos decidiu mudar de área após completar a especialização em Red Team.
"Não sabia nada sobre TI, mas com muita persistência cheguei à especialização", relata. Hoje ela conclui o curso e iniciou um novo desafio: Engenharia de Software.
A formação é estruturada em níveis fundamentais e especiais, incluindo aulas ao vivo e atividades práticas em laboratório. A etapa final é uma residência tecnológica, com atuação prática nos escritórios regionais da RNP e bolsa mensal durante seis meses.
A expansão de vagas no programa visa não apenas preencher as necessidades do mercado como também fortalecer toda a sociedade contra os ataques cibernéticos. "Muitas pessoas ignoram o quanto é necessário proteger nossas informações", afirma Guimarães.
Para participar, basta acessar o site oficial do programa: https://hackersdobem.org.br/. Não há pré-requisitos para inscrição e a formação não requer experiência prévia na área de cibersegurança.