Concurso para soldado da PM do Rio será retomado neste mês
Durante o período de paralisação do concurso, que foi suspenso em agosto, caiu a cláusula do edital que limitava a uma cota de 10% o ingresso de mulheres na corporação.
Empresas envolvidas compravam ouro irregular com ajuda de intermediários para, depois, nacionalizá-lo e enviar ao exterior. As pessoas investigadas também são suspeitas de adquirir ouro de países da África e aplicar o mesmo esquema de maquiagem.
Duas operações da Polícia Federal, deflagradas nesta sexta-feira (1º), miram esquemas de comércio ilegal de ouro no Brasil.
Numa delas, a operação Eldorado, os investigadores apuram uma organização criminosa voltada à intermediação de compra e venda de ouro ilegal e lavagem de dinheiro, com o envio do minério para outros países. Os agentes cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em São Paulo e Santa Catarina. Foram apreendidos mais de R$ 2 milhões em carros de luxo, ouro e prata. As empresas envolvidas compravam o ouro irregular com ajuda de intermediários para, depois, nacionalizá-lo e enviar ao exterior. As pessoas investigadas também são suspeitas de adquirir ouro de países da África e aplicar o mesmo esquema de maquiagem.
Já a operação Ládon investiga um grupo que, entre 2018 e 2022, teria levado ilegalmente centenas de quilos de ouro para o exterior em voos comerciais a partir de São Paulo.
Os policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em São Paulo, Espírito Santo, Ceará e Brasília. A Justiça determinou ainda medidas cautelares contra os investigados. Dois vão usar tornozeleira eletrônica.
Agência Brasil / Por Gabriel Brum - repórter da Rádio Nacional - Brasília / Edição: Roberta Lopes/Pollyane Marques - 01/12/2023 17:55:16. Última edição: 01/12/2023 17:55:16
Tags: Comércio Ilegal De Ouro Polícia Federal
Durante o período de paralisação do concurso, que foi suspenso em agosto, caiu a cláusula do edital que limitava a uma cota de 10% o ingresso de mulheres na corporação.
Empresas envolvidas compravam ouro irregular com ajuda de intermediários para, depois, nacionalizá-lo e enviar ao exterior. As pessoas investigadas também são suspeitas de adquirir ouro de países da África e aplicar o mesmo esquema de maquiagem.
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