GSI divulga imagens do dia da invasão no Palácio do Planalto
Quebra do sigilo foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para envio à investigação em andamento.
Medida foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou e publicou a lei que, ao alterar o Estatuto da Igualdade Racial, prevê a inclusão de informações sobre raça e etnia de trabalhadores nos registros administrativos de empregados dos setores público e privado.
Segundo o governo federal, a nova lei representa “um importante passo na promoção da igualdade étnica e no combate às desigualdades sociais resultantes do racismo”.
Publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (24), a Lei 14.553/23 prevê, ainda, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faça, a cada cinco anos, pesquisa para mensurar o percentual de ocupação desses segmentos no setor público.
Com essas mudanças, o governo pretende “produzir informações que permitam superar estigmas raciais na sociedade brasileira”. Em nota, o Palácio do Planalto acrescenta que, ao conterem campos destinados a identificar o segmento étnico e racial do trabalhador, os registros administrativos poderão subsidiar a implementação de políticas públicas.
Durante as celebrações do Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, o governo anunciou a decisão de destinar um mínimo de 30% dos cargos em comissão e funções de confiança da administração federal a pessoas negras.
Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil - Brasília / Edição: Valéria Aguiar - 24/04/2023 10:20:16. Última edição: 24/04/2023 10:20:16
Tags: Presidente Lula Empresas Estatuto Da Igualdade Racial Raça Etnia
Quebra do sigilo foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para envio à investigação em andamento.
"É preciso construir uma narrativa que convença Putin e Zelensky de que a guerra não é a melhor maneira para resolver os problemas, afirmou o presidente.
Para serem aprovados em definitivo, ambos precisam obter ao menos 41 votos entre os 81 senadores. Sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado durou mais de 10 horas.
Projeto de lei de autoria do ex-juiz apresentado em 2009 defende permanência de 11 anos dos ministros da Suprema Corte.