Internação por doenças respiratórias cai em municípios com mais verde
Organização Mundial da Saúde notifica 4 milhões de mortes/ano por doenças respiratórias, das quais 40% são por doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC).
Ministério prevê busca ativa de não vacinados em todo o estado
A campanha de multivacinação no Acre começa no próximo sábado (27). A proposta é ampliar as coberturas de vacinas do calendário da criança e do adolescente, classificadas pelo Ministério da Saúde como fundamentais para evitar o retorno e o agravamento de doenças já eliminadas no país, como a poliomielite e o sarampo.
© Marcelo Camargo/ Agência Brasil
A ação faz parte do Movimento Nacional pela Vacinação e prevê ainda o monitoramento ativo de registros de paralisia flácida aguda – que pode indicar casos de pólio, também conhecida como paralisia infantil. A pasta pretende ampliar a busca ativa de não vacinados em todo o estado.
O Amazonas foi a primeira unidade federativa a receber a campanha de multivacinação este ano. A decisão de antecipar a ação nos dois estados se deve ao registro de um caso de pólio no Peru, em dezembro do ano passado – uma criança do distrito de Manseriche, a 500 quilômetros da fronteira brasileira.
“Dessa forma, todos os imunizantes previstos no calendário nacional para crianças e adolescentes até os 15 anos de idade estarão disponíveis ao público nos locais e horários informados pelos municípios”, destacou o ministério.
Por Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil - Brasília / Edição: Maria Claudia - 25/05/2023 11:25:13. Última edição: 25/05/2023 11:25:13
Tags: Multivacinação Acre
Organização Mundial da Saúde notifica 4 milhões de mortes/ano por doenças respiratórias, das quais 40% são por doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC).
De fácil contágio, o superfungo pode ser transmitido por materiais hospitalares. Além disso, é de difícil diagnóstico e tem alta taxa de letalidade, em que 30% a 60% dos contaminados morrem.
Publicação marca início de uma companha de enfrentamento ao racismo em favelas e unidades clínicas dentro das comunidades, no Rio. As primeiras são Vila Cruzeiro, Jacarezinho, Vila Kennedy e Mangueirinha.
A ablação para combate aos tumores funciona da seguinte forma: durante o procedimento, uma agulha ou sonda é inserida no local onde há o tumor, e com o uso de ondas de radiofrequência, as células cancerígenas são destruídas de forma precisa.